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Busca ativa por jovens aptos a adoção no RS já está em funcionamento

          Está disponível, a partir do dia 5 de dezembro, na página da Infância e Juventude do RS (http://jij.tjrs.jus.br/paginas/docs/PLANILHA_CRIANCAS_DISPONIVEIS-SITE.pdf), os dados de crianças e dos adolescentes aptos a adoção no estado. Com a identificação preservada (constam as iniciais dos nomes) é possível obter informações básicas como idade, sexo, raça e situação jurídica dos jovens que buscam um lar definitivo.

          Com isso, os pretendentes habilitados poderão entrar em contato com a Coordenadoria da Infância e Juventude do RS (CIJRS), através do email cijrs@tjrs.jus.br, e manifestar interesse por uma das crianças ou adolescentes que aparecem nesta lista. O objetivo é ampliar as possibilidades de adoções de difícil colocação.

          O Rio Grande do Sul conta com 586 crianças e adolescentes aptos no Cadastro Nacional de Adoção (CNA) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e em torno de 5.200 habilitados disponíveis. Conforme dados do mês de setembro as crianças e adolescentes que permanecem disponíveis no CNA fazem parte de perfis específicos: grupos de irmãos (68,94%), crianças acima dos 10 anos (90,03%) e/ou com síndromes ou deficiências (26,91%).


A proposta

          O projeto é executado pela CIJRS em parceria com os magistrados da Infância e Juventude e suas equipes. O magistrado determina a remessa para a Coordenadoria dos dados básicos do jovem para inscrição no projeto, certificando que não foram localizados pretendentes compatíveis ao perfil no Cadastro Nacional de Adoção (CNA). As informações constam na tabela disponível no site.

          O contato inicial dos interessados na adoção destas crianças/adolescentes será com a equipe da CIJRS, que irá verificar se a pessoa é habilitada para adoção e, em caso positivo, será encaminhado seu contato para a Comarca de origem da criança ou adolescente proceder as demais avaliações e procedimentos. Caso a pessoa não seja habilitada, ela receberá as orientações para encaminhar seu processo de habilitação, na comarca de residência.

          A Comarca de origem da criança e/ou adolescente indicada para o projeto deverá permanecer realizando a busca sistemática de pretendentes no CNA. O projeto terá avaliação e controle da equipe técnica da Coordenadoria da Infância e Juventude do RS, com a realização de estatísticas dos encaminhamentos e efetivações de adoções e habilitações.


FONTE: Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul